Produtor rural, além de ficar atento à manutenção preventiva dos implementos agrícolas, deve observar como funciona a assistência técnica da empresa que lhe vendeu o equipamento e o atendimento de pós-vendas pela qual optou em adquirir a máquina. Foto: Divulgação Piccin

Prolongar a vida útil dos equipamentos no campo, economizar com a quebra, reduzir o tempo de serviço e, por consequência, sobrar mais dinheiro no bolso. Tudo isso é possível com a manutenção preventiva, ou seja, manter a máquina em ordem, em boas condições de uso e conservada, e armazenagem em local adequado, garantem que ela execute, de forma correta, a tarefa para qual foi projetada.

Esse é também o caso dos implementos de preparo do solo, conforme explica Danilo Marucci, coordenador de Assistência Técnica da Piccin Implementos Agrícolas, de São Carlos (SP). Segundo ele, essa é uma das fases mais importante de todo processo agrícola, pois será determinante para o sucesso da safra.

“Os implementos destinados para esse processo, como grades aradoras, niveladoras, distribuidores de adubo, devem estar sempre em perfeitas condições de uso, principalmente, meses antes do início do preparo, para que a realização da tarefa ocorra da forma mais correta e precisa, além de ser realizada no tempo ideal, garantindo o melhor rendimento da máquina e a produtividade para o produtor”, destaca o profissional.

Equipamentos novos

Para equipamentos novos, o tempo ideal para a manutenção é que ela seja realizada diariamente e após o período de utilização. Os principais pontos que deverão ser verificados são os níveis de óleo, lubrificação e reaperto em geral do equipamento. Além disso, Marucci especifica os cuidados com determinados equipamentos, como as grades.

“Nesse caso, o produtor deverá se atentar com as manutenções dos mancais, eixos e o reaperto do conjunto completo da seção de discos. A calibragem dos pneus e eventuais vazamentos no sistema hidráulico também são importantes”, aponta Marucci.

Adubos e materiais orgânicos

Para os distribuidores de adubos e materiais orgânicos, a orientação é para atenção no reaperto geral do equipamento, esticamento da esteira, troca de óleo dos redutores, calibragem dos pneus e desgaste das palhetas e de todos os itens que eventualmente possa apresentar desgaste.

“Também é preciso, após o período de utilização, realizar a limpeza/lavagem e lubrificação geral no equipamento. Caso necessário, realizar o retoque na pintura para aumentar a durabilidade do mesmo”, diz o profissional.

Os escarificadores e subsoladores também exigem cuidados, como realizar o reaperto geral no equipamento, calibragem dos pneus, verificação do sistema hidráulico e substituição das ponteiras quando necessário.

“Realizando a manutenção preventiva no equipamento, o produtor terá maior disponibilidade do equipamento para trabalho, menor custo com manutenções corretivas e o aumento da vida útil do mesmo”, destaca Marucci.

De olho na garantia e pós-vendas

O produtor rural, além de ficar atento à manutenção preventiva dos implementos agrícolas, deve observar como funciona a assistência técnica da empresa que lhe vendeu o equipamento e o atendimento de pós-vendas pela qual optou em adquirir a máquina. Na visão da Piccin Implementos Agrícolas, deve existir um cuidado maior com o cliente.

“Os técnicos da empresa estão altamente qualificados e treinados para orientar na montagem e regulagem dos implementos, da forma mais adequada, para garantir os melhores resultados na utilização e ainda maior vida útil da máquina”, destaca a coordenadora de marketing da companhia, Karen Moralles.

Existe, além disso, a garantia fornecida de fábrica que, segundo Marucci, é concedida desde que todas as condições de utilização e manutenção sejam seguidas, conforme está descrito no manual de instruções e pela orientação dos técnicos da empresa.

“Com certeza, o melhor mesmo é a manutenção preventiva, pois, para o produtor tempo é dinheiro, se ocorre uma quebra no meio do processo de preparo do solo, por exemplo, ele está arriscado a perder o tempo correto do plantio e ter um prejuízo enorme”, finaliza o coordenador.

Fonte: Piccin