Entre as profissões mais demandadas estão o cientista de dados agrícolas, responsável por analisar grandes volumes de dados gerados por sensores e sistemas de monitoramento, entre outras (Foto: Canva)
O agronegócio segue como um dos principais motores da economia brasileira em 2026, respondendo por cerca de 24% do PIB, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O setor vive uma fase marcada pela digitalização da produção, uso intensivo de dados e novas exigências ambientais, o que aumenta a demanda por profissionais qualificados e eleva os salários em áreas estratégicas, em alguns casos ultrapassando R$ 50 mil mensais em cargos de liderança.
Antes, dentro e depois da porteira
A cadeia do agro continua dividida em três grandes elos que concentram oportunidades antes da porteira, com foco em biotecnologia e insumos biológicos; dentro da porteira, onde a agricultura digital exige operadores e analistas especializados; e depois da porteira, com destaque para logística, comércio internacional e gestão da cadeia de suprimentos.
Profissões em ascensão
Entre as profissões mais demandadas estão o cientista de dados agrícolas, responsável por analisar grandes volumes de dados gerados por sensores e sistemas de monitoramento; o gestor de frotas autônomas e drones, cada vez mais presente nas grandes lavouras; e o engenheiro de automação agrícola, que integra máquinas, softwares e sistemas de produção. Também ganham espaço especialistas em sustentabilidade e ESG, fundamentais para garantir acesso a mercados internacionais e crédito rural.
Qualificação profissional
Nesse cenário, a qualificação profissional tornou-se um fator decisivo para ingressar ou crescer no setor. Instituições como a Faculdade SNA Digital, mantida pela Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), oferecem formação voltada às novas demandas do agro, com cursos superiores e programas de extensão focados nas áreas estratégicas do setor. A instituição disponibiliza graduações online como Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental e Comércio Exterior, alinhadas às transformações do mercado e à crescente integração entre produção, sustentabilidade e comércio internacional.
Os cursos são oferecidos na modalidade digital, com foco na prática e na conexão direta com o mercado de trabalho, formando profissionais preparados para atuar em um agronegócio cada vez mais tecnológico e globalizado.
De acordo com Antonio Alvarenga, presidente da centenária SNA, a Faculdade SNA Digital oferece uma formação conectada ao Brasil que produz. “Nosso compromisso é formar profissionais bem qualificados para atuar no agronegócio, um setor estratégico que vem conquistando uma importância cada vez maior na economia brasileira, por meio de cursos voltados para áreas estratégicas do Agro. Aqui, o aluno não conversa com robôs, mas com tutores preparados para orientar, esclarecer e acompanhar sua formação”.
Indústria de alimentos em crescimento
Além da expansão do agro, a indústria de alimentos também projeta crescimento entre 2% e 2,5% em 2026, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia). O setor deve ampliar empregos entre 1% e 1,5%, impulsionado pela demanda doméstica e pela estabilidade da safra, mesmo diante da pressão de custos, especialmente com embalagens.
Perfil híbrido
Diante desse cenário de expansão e transformação tecnológica, especialistas apontam que o profissional do agro precisa ter um perfil híbrido, combinando conhecimento técnico, domínio de ferramentas digitais e compreensão das exigências ambientais e comerciais do mercado global. Investir em qualificação, portanto, tornou-se um passo essencial para aproveitar as oportunidades que surgem no setor.








